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Ensaio Dacia Duster: um SUV cheio de pinta

O SUV que colocou a Dacia no mapa dos principais fabricantes de carros é tão bem-sucedido que dispensa grandes mudanças. Nesta 2ª geração, está ainda melhor.

Opinião geral KBB

Quem procura um automóvel com robustez, muito espaço, bom compromisso entre dinâmica e conforto, e valoriza a capacidade para umas esporádicas aventuras por trilhos e caminhos revoltos, encontrava no Duster esse atrativo pacote de características, a preços especialmente competitivos. Faltava, segundo a romena Dacia (marca do Grupo Renault), cortar com a imagem de uma certa filosofia low-cost. Ora, o renovado SUV com que o emblema quer competir diretamente com propostas como o Renault Captur, o Skoda Karoq, o Peugeot 2008 ou o Hyundai Kauai, ganhou, por fim, uma imagem mais distinta e um interior novo, com boas possibilidades de personalização, precisamente o que os clientes colocam atualmente no topo das prioridades quando equacionam a compra de um carro novo.

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Novo Dacia Duster

Valoriza o melhor compromisso entre a versatilidade de utilização e o preço? Com o motor a gasolina 1.2 TCe de 125 cv, o Duster continua a ser um dos automóveis mais acessíveis na categoria dos SUV. Note-se que, mesmo no acabamento de topo Prestige, o Dacia está muito abaixo da fasquia dos 20.000€, onde gravitam os principais concorrentes.

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Privilegia o prazer na condução? Se os SUV (com raríssimas exceções) não são uma espécie automóvel dada a grandes feitos no capítulo dinâmico, o Duster, sendo extremamente prático e fácil de conduzir, está no grupo dos mais sensaborões.

Novidades

Ensaio Dacia Duster

O Duster está profundamente mudado, mas a variante que se comercializa em Portugal tem a particularidade de contar com especificações únicas, com direito a homologação europeia diferenciada! Tudo porque a marca romena procedeu a alterações estruturais, apenas nas unidades destinadas ao mercado luso, para possibilitar a classificação como Classe 1 nas portagens das autoestradas portuguesas. As mexidas operadas na carroçaria, nomeadamente com o avanço ligeiro do para-brisas, empurravam o SUV romeno para uma penalizadora Classe 2, pelo que, mesmo com a certeza de mudanças nas regras em 2019, a Dacia não hesitou em adaptar o carro: reduziu a altura da suspensão da frente através da aplicação de amortecedores específicos com apoios de molas rebaixados em 20 mm.

Experiência de condução

Ensaio novo Dacia Duster

A referida intervenção na suspensão também diminuiu a altura ao solo (de 21 cm para 18,6 cm) e afetou o ângulo de ataque em TT, que passa a ser 27° em vez de 30°, mas sem prejuízo das capacidades off-road, que continuam acima da média. Já em estrada, essa mexida até potenciou uma melhor atitude dinâmica, aproximando-o mais do asfalto. Contudo, com o seu centro de gravidade ainda elevado e um amortecimento macio, que é indicado para enfrentar mau piso, o Duster, embora bastante seguro e previsível, tem um desempenho algo bamboleante nas curvas, mais ao estilo jipe. Melhor, toda a solidez estrutural, reforçada em várias zonas com aplicação de melhores materiais (no vão do motor, por exemplo, há agora amortecedores para a abertura) e maior espessura de vidros e do para-brisas, o que torna o habitáculo mais imune a ruídos exteriores, seja de motor, rolamento ou aerodinâmicos. O volante permite agora regulação em altura e profundidade, facilitando o acesso a uma posição condução correta e confortável. Só a nova direção merece alguns reparos, já que é pouco precisa e nada informativa em autoestrada.

Características favoritas

Condução ecológica  

O sistema multimédia do Duster inclui ecrã tátil, navegação que integra aviso de velocidade máxima na via circulante, câmara traseira e avaliação de condução ecológica, onde pode ver relatado e premiado o seu esforço de poupança nas voltinhas de todos os dias.

Ensaio novo Dacia Duster Portugal

Mala

As credenciais familiares estão entre as características que mais valorizam o SUV da Dacia, com habitabilidade acima da média e porta-bagagens muito amplo, com 445 litros distribuídos por compartimento fundo e com plano de carga elevado.

Interior

Ensaio novo Dacia Duster Interior

Nas medições do interior, poucas mudanças, já que o novo Duster mantém cotas habitáveis que são referenciais na sua categoria, com fartura de centímetros livres em largura e altura e desafogo q.b. para acolher cinco ocupantes sem apertos. Já o desenho do habitáculo foi revisto, com mudanças notadas no painel de bordo e na consola central. A alavanca do travão de mão foi reposicionada e existe agora uma gaveta sob o banco do passageiro, a justificar uma nota superior em ergonomia. Todavia, o progresso maior está na qualidade do acabamento, com melhores materiais/forros, bancos mais confortáveis e com múltiplas regulações de bancos e volante. O novo sistema de infoentretenimento pode dispor de visão 360º graças à ação de quatro câmaras - à frente, atrás e nos dois retrovisores exteriores. A Dacia aderiu igualmente ao sistema de acesso sem chave (200€). Viva o luxo…

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Estética

O novo Duster foi criado em Bucareste, no centro de design da Renault na capital da Roménia, com importantes contribuições de outros departamentos de estilo da empresa francesa. À primeira vista, pode até parecer muito idêntico ao antecessor, mas são muitos os detalhes que fazem a diferença: novo desenho da grelha, faróis com uma nova assinatura de luzes diurnas por LED, protetores dos para-choques resistentes ao toque e até barras cromadas no tejadilho que, em conjunto, assumem uma nova configuração. Nas versões mais equipadas, o Duster II apresenta aplicações plásticas prateadas/cromadas embutidas nos para-choques dianteiro e traseiro que a imitar as proteções em aço comuns nos veículos de todo-o-terreno. O para-brisas avançou 10 cm e tem uma inclinação maior, com o objetivo de romper com a perceção de que a primeira geração tinha o para-brisas demasiado vertical. O mesmo para a secção traseira do carro, agora com o ângulo das linhas do tejadilho e da porta da bagageira mais aberto…

Equipamento de série

Ensaio Dacia Duster

Na escala de acabamentos desta nova geração Duster, o nível Prestige é a oferta de topo, integrando de série elementos de conforto como os estofos em pele, o ar condicionado automático, os sensores de chuva e luz, o sensor de ajuda ao parqueamento com câmara traseira, cruise-control ou o sistema de navegação. Na dotação de itens de segurança, destaque para a oferta de cinco airbags (frente/laterias e de cortina), aviso de pressão de pneus e alerta de automóvel no ângulo morto.

Por baixo do capot

A motorização a gasolina que serve o novo Duster é o conhecido 1.2 TCe, bloco de quatro cilindros, com turbo e injeção direta a gasolina, a debitar 125 cv. Apesar da sua baixa capacidade, este propulsor é reconhecido pela resposta pronta às solicitações do acelerador, rubricando prestações de bom nível. O bastante apreciável valor de binário disponível quase na totalidade logo às 1500 rpm explica a ótima elasticidade, a facilitar manobras de ultrapassagem e a manutenção de andamentos mais vivos. E os números oficiais confirmam-no: a aceleração de 0 a 100 km/h cumpre-se em 10,4 segundos e a velocidade máxima anunciada é de 177 km/h. O reverso da medalha serão os consumos que sobem à medida que se exige mais da mecânica, não sendo fácil estabelecer média abaixo dos 7 l/100 km, mesmo conduzindo-se em modo ECO, que se seleciona através de botão instalado na consola.

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