VolanteSIC
Fechar

Os meus Carros

Comparações guardadas

Sem comparações guardadas

Sem carros recentes

Página principalNotíciasEnsaios
Partilhar

Ensaio Renault Mégane: o campeão de vendas

A Renault não poupou em acabamentos nem em tecnologia no Mégane, mas nem por isso descurou os seus principais atributos: espaço, conforto e poupança.

O Renault Mégane permanece como um dos familiares compactos mais procurados pelo mercado luso, desafiando os estereótipos do segmento em que se insere (o dos familiares compactos de marcas generalistas) e incluindo uma série de atributos mais comuns a automóveis mais dispendiosos.

Opinião geral KBB

Este posicionamento da marca em equipar o Mégane “até ao tutano” é ainda mais evidente nas propostas mais “recheadas”, em que se conseguem encontrar tecnologias pouco comuns aos seus pares - exemplo disso são as quatro rodas direcionais, regulador de velocidade adaptativo, alerta de distância de segurança ou alerta de excesso de velocidade com reconhecimento dos sinais de trânsito. Tudo mimos que desde há dois anos têm vindo a democratizar-se mas que, em 2016, aquando a estreia da última geração do Mégane, eram raros entre carros do mesmo escalão. Ainda assim, nem tudo é novo e, como em cavalo que ganha não se mexe, o Diesel 1.6 de 130 cv manteve-se (e mantém-se) como um trunfo: é despachado, fiável e de consumos reduzidos.

Ensaio Renault Mégane sedan

Vai gostar deste carro se...

 Procura um carro capaz de satisfazer toda a família, que marque pontos pela classe do design, que valorize as tecnologias de assistência à condução, mas que se mantenha em consumos verdadeiramente económicos? Então o Renault Mégane é carro para si.

Pode não gostar deste carro se...

Não há nenhuma razão de peso para não se gostar do carro, ainda que haja pontos a melhorar e que poderão fazer com que seja posto de lado. Exemplos disso é o ainda ruidoso motor e, quando equipado com transmissão manual de seis velocidades, uma caixa que não está entre as mais suaves.

Novidades

Na última geração de 2016, destaque para a estreia na gama de várias tecnologias que foi “roubar” aos irmãos maiores, Espace e Talisman: “head-up display” a cores, quadro de instrumentos com ecrã TFT de 7’’ a cores e personalizável, dois formatos de tablet multimédia com R-Link (horizontal e vertical), tecnologia Multi-Sense que permite personalizar a experiência de condução em cinco modos (Neutro, Sport, Comfort, Personalizado e Eco), além do sistema das quatro rodas direcionais 4Control.

Ensaio Renault Mégane lateral

Experiência de condução

O apurado bloco dCi de 1,6 litros com 130 cv, mesmo não se tratando do bloco a gasóleo mais silencioso do mercado, cumpre satisfatoriamente o que lhe é exigido, mesmo quando é necessária uma aceleração mais brusca ou uma ultrapassagem mais “apertada”. E, sem qualquer esforço… Nem tanto resultado da potência, mas sobretudo de um binário máximo de 320 Nm, totalmente disponível a partir das 1750 rpm. Além do mais, há a sublinhar uma muito bem escalonada caixa, no caso da manual de seis velocidades - ainda que lhe falte a suavidade que um automóvel como o Mégane já merece. Seja em que traçado for, nunca nos sentimos peixe fora de água - tanto ginga suavemente pela malha urbana, como abraça as curvas de forma intrépida e extremamente dinâmica. Em autoestrada, a estabilidade é o que mais se destaca, não ofuscando, porém, a economia: a marca anuncia um consumo médio de 4,0 l/100km e não é difícil acompanhar os dados oficiais, mesmo que de vez em quando se faça o gosto ao pé.

Veja também: Apresentação do Mégane R.S.

Características favoritas

Multi-Sense

Um verdadeiro mimo: há, à escolha, cinco ambientes de luz associados aos cinco modos de condução que adaptam respostas de pedal, acelerador e, no caso de dispor de caixa automática, intervalo de relações: verde para uma condução económica, azul para uma confortável, amarelo em regime neutro e vermelho quando se opta por uma condução desportiva. Há ainda um modo a ser configurado pelo utilizador que dá origem à cor violeta.

4Control

Apenas disponível no nível de equipamento superior GT, um sistema de quatro rodas direcionais, em estreia no modelo, que torna o carro muito mais propenso a agarrar-se à estrada como uma lapa. Até aos 60 km/h (ou dos 80 quando em modo Sport), as rodas traseiras viram no sentido inverso ao das rodas dianteiras; acima destas velocidades, aquelas viram no mesmo sentido às da frente.

Quer saber quanto vale o seu Renault Mégane usado? Descubra aqui.

Interior

Ensaio Renault Mégane interior

O Mégane, sobretudo no nível de equipamento superior, atira-se para um patamar pouco comum a veículos do seu segmento: quer ao nível da qualidade dos materiais e acabamentos, quer ao nível da oferta tecnológica. Exemplos disso são os vidros laterais traseiros escurecidos, ar condicionado automático bizona, o referido sistema Renault Multi-Sense ou um head-up display, cuja posição pode ser controlada através do ecrã táctil de 7’’ onde se gere o sistema R-Link 2, com navegação e ligação à Internet.

Ao nível do conforto, apenas o passageiro do meio no banco traseiro é penalizado, sobretudo no espaço para as pernas. À frente, os bancos garantem uma boa posição de viagem e um amplo apoio, tirando proveito das laterais pronunciadas. Além disso, são de fácil regulação, o que, associado a um volante ajustável, tanto em altura como profundidade, potencia a facilidade de qualquer um encontrar uma posição de condução conveniente. Em termos de arrumação, há espaços pensados para quase tudo - até para as moedas reservadas para pagar a portagem. Na mala, os 384 litros são suficientes para os requisitos de uma família, sendo possível esticar o espaço de carga atá aos 1247 litros (os bancos traseiros rebatem na proporção de 60/40).

Ensaio Renault Mégane traseira

Estética

Se há algo que marca a estética do Mégane é a assinatura luminosa: à frente em forma de “C” com tecnologia LED com guia de luz e efeito 3D (nas versões superiores estão disponíveis faróis LED integral); atrás, também com luzes LED, que estão permanentemente acesas, desenha-se uma linha horizontal, cuja existência ajuda a afirmar o músculo que esta nova geração parece reclamar. Aliás, tudo neste modelo parece “gritar” esse nervo extra: desde as dimensões (está mais comprido, mais baixo e mais largo do que a geração precedente) até aos detalhes de design por fora e por dentro. Algo ainda mais evidente no caso do Mégane GT: para-choques dianteiro com entrada de ar mais larga, enquadrada por duas goteiras laterais, e grelha específica em formato colmeia; atrás, saída de escape elíptica cromada. As jantes de série são de 17’’, mas entre os extras há jantes de 18’’.

Equipamento de série

Ensaio Renault Mégane equipamento série

A versão de entrada, Zen, inclui assistência à travagem de urgência, regulador de velocidade, indicador de mudança de velocidade, ajuda ao arranque em subida, faróis de nevoeiro, retrovisores exteriores elétricos com função de desembaciamento, banco do condutor regulável em altura com regulação do apoio lombar, ar condicionado manual, rádio com ecrã de 4,2’’, Bluetooth, comando de voz e tomadas USB e Jack, jantes de 16" e volante em couro. A versão ensaiada, GT Line, acrescenta alerta de transposição involuntária de faixa, alerta de excesso de velocidade com reconhecimento de sinais de trânsito, head-up display, sensores de chuva e luz, sistema Multi-Sense, chave mãos-livres, ar condicionado automático bizona, ecrã TFT de 7", com cartografia da Europa e sistema R-LINK 2, compatível com Android Auto e Apple CarPlay, jantes em liga leve de 17".

Por baixo do capot

O modelo de entrada a gasolina é o Energy TCe de 100 cv, com caixa manual de seis velocidades. Com um binário máximo de 175 Nm a partir das 1500 rpm, chega com um consumo anunciado de 5,4 l/100 km e emissões de 120 g/km de CO2. A outra versão disponível a gasolina é o mais aguerrido Mégane GT de 205 cv, com caixa automática de dupla embraiagem EDC de sete relações e um bom compromisso entre dinâmica e eficiência: 6,0 l/100 km de consumo médio em circuito misto e 134 g/km de CO2.

Descubra o Preço Justo KBB para as várias versões do Renault Mégane.

Nos motores a gasóleo, quatro propostas: Energy dCi de 90 cv, 110 cv, 130 cv e 165 cv. O primeiro, com caixa manual de seis velocidades, debita um torque de 220 Nm a partir das 1750 rpm, reclamando um consumo de 3,7 l/100 km e emissões de 95g de CO2 por quilómetro. A versão de 110 cv, também acoplada a uma manual de seis, é a que ganha o título de campeã de consumos e emissões: 3,3 l/100 km e 86 g/km de CO2, números que lhe angariaram a assinatura ECO2. Se se optar pelo mesmo bloco servido por uma EDC de seis velocidades, verifica-se uma penalização em ambos os valores: 3,7 l/100 km e 95 g/km. Com 130 cv e caixa manual de seis velocidades, oferecendo um binário de 320 Nm a partir das 1750 rpm, o modelo pode ser equipado com os pacotes de topo, GT Line ou Bose Edition. Por fim, o dCi de 165 cv Twin-Turbo chega com caixa automática de dupla embraiagem de seis relações e um binário de 380 Nm.

Partilhar

Artigos Recentes

PUB
PUB

Descubra já o preço do seu carro novo ou usado

  • Citadino

  • Utilitário

  • Sedan

  • Carrinha

  • Monovolume

  • SUV/TT

  • Desportivo/Coupé

  • Cabrio

  • Luxo

  • Híbrido/Eléctrico

PUB

Encontre o Seu Próximo Automóvel

Procurar