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Ensaio Suzuki Ignis: o mini SUV do país do Sol Nascente

Com reconhecido mérito nos citadinos, utilitários e todo o terreno, a Suzuki cruzou os vários conceitos e criou um SUV pequeno, divertido e acessível.

Opinião geral KBB

A carreira da Suzuki na Europa não tem sido fácil, mas os bem-sucedidos Jimny e Vitara angariaram-lhe boa fama na fiabilidade e nas motorizações capazes. Nos últimos anos, assiste-se a um investimento na classe dos citadinos e dos utilitários, com a marca nipónica a concretizar o que sabe fazer melhor: construir veículos de fácil utilização, equipados com motores resistentes ao mesmo tempo que primam por um baixo preço. Exemplos disso são os recentes Celerio (2014) e Baleno (2015) ou o mais vivido Swift, cujo início de produção remonta à década de 80. E, com isto, basta somar dois mais dois: a marca aproveitou os conhecimentos na classe dos todo o terreno e dos veículos compactos para criar um SUV à sua medida. O Ignis é um mini SUV que se distingue pela estética arrojada, por uma habitabilidade excecional e motorizações poupadas. E, contra quaisquer expectativas, mostra-se capaz de enfrentar terrenos mais acidentados. Os preços arrancam nos 14.217 euros, beneficiando de campanha.

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Gosta de marcar pela diferença e na lista de itens obrigatórios estão requisitos como facilidade de condução, vasto equipamento de conforto e conectividade. Com uma mala de 260 litros, que pode ser "esticada" até 1100 com os bancos traseiros rebatidos, marca pontos entre os pequenos citadinos.

Suzuki Ignis espaço bagageira

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Obedecendo à tendência dos últimos citadinos, o Ignis dispõe de apenas quatro lugares. A perceção de qualidade dos materiais não é má, mas facilmente se percebe que se está perante opções económicas.

Condução

Apenas disponível com o bloco a gasolina 1.2 com 90 cv (há uma variante SHVS, em que um pequeno engenho elétrico auxilia o motor de combustão a recupera energia, melhorando reduzindo ligeiramente os consumos), o pequeno Ignis não é um portento de força, mas não deixa de ser possível tirar proveito das suas dimensões e baixo peso. Assim, revela-se um automóvel extremamente ágil em circuitos urbanos, não obstante o facto de exigir bastante da transmissão - no caso testado, uma caixa robotizada que acusa algum desfasamento face às necessidades imediatas do motor, mas que garante uma condução relaxada, evitando o esforço que seria exigido com frequência à perna esquerda. Em estrada, a altura ao solo de 18 cm não é muito amiga das curvas, sentindo-se a carroçaria a adornar em situações mais exigentes, ainda que a suspensão tenha sido trabalhada no sentido de garantir conforto a quem segue a bordo. Fora de estrada, este 4x2 ensaiado não é veículo para grandes aventuras, ainda que não torça o nariz a pistas de terra batida de baixa dificuldade. Entre a gama Ignis, a proposta AllGrip, de tração integral, será mais indicada a quem pretenda sair do asfalto.

Características favoritas

Arrumação

Ser pequeno não tem de significar ter pouco espaço. Pelo menos é isso em que a Suzuki parece acreditar, ao criar um citadino que, além de oferecer uma boa mala para o segmento, dispõe de variadas soluções de arrumação por todo o habitáculo. Destaque para o grande porta-luvas.

Suzuki Ignis Interior

Poupança

Não será o mais rápido lá da rua, mas poderá muito bem conquistar o título de o mais económico. Com a caixa robotizada, a Suzuki indica um consumo médio homologado de 4,8 l/100 km, valor do qual não andámos muito longe (5,6 l/100km), o que, com o preço da gasolina a subir a galope, não é um detalhe de menor relevância.

Estética

Com 3700 mm de comprimento, 1690 mm de largura e 1595 mm de altura, o Ignis é em termos de dimensões e design um típico SUV, sem que se afaste do ADN estético da marca nipónica. As linhas são simples, mas trabalhadas no sentido de imprimir uma personalidade única, com detalhes exclusivos, como os rasgões que marcam o pilar C, as salientes cavas das rodas ou a grelha, a rematar o alto e quase quadrado capô, que remete para uma postura desportiva. A traseira, cortada, destaca-se pela inclusão de um spoiler. Por dentro, o design é simples, mas ganha vida com a inclusão de pormenores coloridos por todo o tablier e portas.

Equipamento de série

Suzuji Ignis

Eis um dos pontos a favor do Suzuki Ignis, chegando bem equipado desde a versão de entrada, com jantes em liga leve, barras de tejadilho, faróis multirreflectores com função "Guide me light", luzes de nevoeiro traseiras, vidros dianteiros elétricos e traseiros escurecidos, retrovisores exteriores com regulação elétrica, volante com comandos e regulável em altura, computador de bordo, ar condicionado manual, bancos dianteiros aquecidos, bancos traseiros rebatíveis (50:50), deslizantes, reclináveis e com ISOFIX, ecrã tátil com ligação smartphone, Bluetooth, câmara de visão traseira e DAB, porta USB e tomada de corrente 12V. O nível de equipamento GLX acrescenta Dual Camera Brake Support (DCBS), com travagem de emergência autónoma, alerta de mudança de faixa, alerta antifadiga, aviso luminoso em travagem de emergência, controlo de retenção em pendentes, faróis e luzes diurnas em LED, com regulação automática, faróis de nevoeiro à frente, volante em pele, vidros elétricos atrás, ignição sem chave, sistema de navegação, cruise control e limitador de velocidade, além de detalhes como porta-tickets, espelho de cortesia ou uma bolsa nas costas do banco do passageiro.

Por baixo do capot

O único motor disponibilizado é um quatro cilindros de 1,2 litros com 90 cv de potência, disponíveis às 6.000 rpm, e um binário máximo de 120 Nm que se manifesta às 4.400 rpm. O mesmo bloco pode ser acoplado a uma caixa manual de cinco velocidades ou a uma automática robotizada também de cinco relações, além de estarem disponíveis versões de tração dianteira e integral (AllGrip, apenas com caixa automática).

Em termos de prestações, o Ignis 1.2 AGS que conduzimos reclama uma aceleração de 0 a 100 km/h em 12,2 segundos, prometendo uma velocidade máxima de 170 km/h. As versões de tração integral atingem uma velocidade máxima menor (165 km/h, com caixa AGS), mas aceleram mais rápido: 11,9 segundos. A vencedora na aceleração é, porém, a proposta apoiada com um motor elétrico, com menos uma décima de segundo.

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