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A evolução das baterias dos carros elétricos

O que hoje encaramos como a tecnologia do futuro, na verdade remonta à primeira metade do XIX, quando foram produzidos os primeiros carros elétricos.

A vantagem nº 1 dos automóveis elétricos é, sem dúvida, a ausência de emissões nocivas. Ao contrário, o ponto fraco deste tipo de veículos prende-se com a autonomia mais limitada quando o comparamos, por exemplo, com os congéneres a gasolina ou Diesel. Contudo, com o avanço da tecnologia e o aparecimento de novos tipos de baterias recarregáveis, outras metas estão já ao virar da esquina: mais quilómetros entre recargas, vida útil da bateria aumentada e uma considerável redução do tempo de carga.

Tipos de baterias que equipam os carros elétricos

Os fabricantes de automóveis identificam três tipos principais de baterias recarregáveis adequadas para um carro elétrico: as baterias de chumbo, de hidreto metálico de níquel e as mais recentes baterias de iões de lítio.

Veja também: quanto tempo demora a carregar a bateria de um carro elétrico

Baterias de chumbo

As baterias de chumbo foram inventadas em 1859 e são a forma mais antiga de bateria recarregável ainda em uso. A maior vantagem das baterias de chumbo prende-se com a experiência, por ser uma tecnologia já muito conhecida e experimentada, além do custo de produção ser muito mais acessível. Thomas Edison, interessado no potencial dos carros elétricos, desenvolveu, em 1901, a bateria de níquel-ferro, que também foi utilizada em automóveis, com a vantagem de conseguir armazenar 40% mais de energia do que a bateria chumbo-ácido. Problema: o seu custo de produção era quase o dobro.

Baterias de hidreto metálico de níquel

As baterias de hidreto metálico de níquel só entraram em força no mercado no final dos anos 80 do século passado, tendo como principal trunfo a sua alta densidade de energia. Também não têm na sua composição metais tóxicos, o que facilita a sua reciclagem.

Bateria de iões de lítio

A tecnologia de iões de lítio chegou aos mercados no início dos anos 90, assumindo-se hoje como a principal opção, mesmo que o setor já “espreite” outras possibilidades. Entretanto, enormes avanços estão a ser feitos na área das baterias com os iões de lítio, sobretudo no campo da densidade energética, que se reflete não apenas na autonomia e na durabilidade, mas também na possibilidade de reduzir dimensões e peso da estrutura.

Veja também: os 5 carros elétricos com maior autonomia

Baterias de estado sólido farão a diferença

As baterias de iões de lítio que hoje em dia são utilizadas nos veículos elétricos necessitam de, no mínimo, entre 20 e 30 minutos para repor cerca de 80% da sua capacidade. E admitem até mais de 400 km de autonomia entre carregamentos. Avanço enorme face aos valores que tínhamos no início da década. Mas, a evolução não se fica por aqui. O objetivo do setor é igualar as práticas e os “timings” conhecidos dos automóveis com motores de combustão interna. A Toyota, por exemplo, poderá ser o primeiro fabricante a dar o próximo passo, com a introdução da última geração de baterias de estado sólido. Estas garantem autonomias superiores e tempos de carregamento bastante menores, diferindo das baterias de iões de lítio por recorrerem a um eletrólito sólido em vez de líquido.

Elétricos vão custar metade do que custam hoje

Um estudo recentemente publicado pela Bloomberg New Energy Finance indica que, até 2030, o preço dos automóveis elétricos irá registar um decréscimo tão acentuado que podem tornar-se meios de transporte mais acessíveis do que os congéneres movidos por propulsores a gasolina. E o grande segredo desta diminuição de preços está na prevista redução do custo de produção das baterias. Estima-se que, atualmente, a produção das baterias tenha um impacto de cerca de 50% no preço final dos automóveis elétricos. Mas, fabricantes como a Renault, mediante a experiência acumulada com o desenvolvimento e comercialização de modelos como o Zoe, estima que o custo inerente à produção de carros elétricos que tem na gama iguale os custos dos veículos com motores de combustão interna já em 2020.

Descubra o Preço Justo KBB para os carros elétricos disponíveis no mercado

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