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Condução autónoma: como serão as cidades do futuro

O futuro da mobilidade passa pelos veículos autónomos, mas há muito a adaptar para que se tornem uma realidade. A começar pelas cidades.

K-City. Esta é a designação de uma cidade, na Coreia do Sul, que já começou a ser construída de raiz para receber testes de veículos autónomos. O projeto da infraestrutura, orçado em quase nove mil milhões de euros e que deverá estar finalizado no verão de 2018 (embora, algumas partes sejam inauguradas ainda este ano), pretende simular uma cidade do futuro, recriando com exatidão todas as valências disponíveis numa urbe.

Haverá autocarros a circular, ruas estreitas, vias rápidas, parques de estacionamento, edifícios, escolas, etc. Entre os parceiros da K-City estão as construtoras automóveis Hyundai e Kia e a empresa de tecnologias Samsung, todas com sede em Seul.

A ideia não passa apenas por testar os veículos de condução autónoma, mas sobretudo por tentar perceber de que forma uma cidade deve estar organizada para os receber.

Como serão as cidades do futuro

Se há casos em que as experiências de condução autónoma podem ser aplicadas em quase qualquer espaço - haja legislação para tal... - , há outros, como o projeto do carro autónomo da Microsoft (que, em vez de recorrer a câmaras, sensores e radares, baseia todas as suas decisões nas informações recebidas via internet), que necessitam que todo o meio que os envolve esteja ligado em rede, emitindo dados a todo o instante. Ou seja, os sinais luminosos deverão comunicar com o automóvel, assim como os edifícios. E até os transeuntes só serão detetados por este tipo de carro se transportarem consigo algum tipo de "gadget" ligado (smartphone, tablet, etc.).

Nesta cidade do futuro, a auto-sustentabilidade será privilegiada e, como que num mundo ideal, tudo se movimentará em perfeita harmonia. Além do mais, o conceito de veículos partilhados, em que algumas marcas têm vindo a apostar, virá a refletir-se no número de veículos de um parque automóvel numa determinada cidade, tornando desnecessários alguns espaços de estacionamento que poderão ser ocupados por zonas verdes e de lazer. A Smart, por exemplo, tem vindo a criar soluções que potenciam o "car sharing" e, já este ano, avançou o serviço "smart ready to share" através do qual o proprietário de um veículo pode, via um aplicativo no telemóvel, dar acesso ao seu carro a utilizadores autorizados.

O reverso da medalha

Com a mobilidade entregue às máquinas e aos processadores de inteligência artificial, a probabilidade de acidentes ou mesmo de desrespeito pelas regras que ditam o Código da Estrada torna-se ínfima. E, se não há quem estacione mal, quem "queime" um vermelho, pise um traço contínuo ou exceda a velocidade limite, as multas terão tendência a desaparecer.

Além do mais, menos automóveis em circulação resulta em menos impostos a pagar ao Estado - quer de circulação (IUC), quer de ISV, na altura da aquisição.

Esta é uma boa notícia, claramente, mas levanta outro tipo de problema: como se financiarão as cidades no futuro, com menos receitas de impostos e sem valores de coimas? Alguns especialistas têm vindo a dedicar-se a procurar soluções viáveis que possam apresentar quando o cenário se impuser. Entre as várias possibilidades poderão ser equacionadas taxas de circulação. Mas uma ideia muito popular passa por usar cada vez mais a publicidade e os conteúdos de entretenimento pagos como uma forma de financiamento.

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